Academia Friburguense de Letras prestigia inauguração do monumento "A Pátria"


O Tiro de Guerra 01-010 de Nova Friburgo comemorou 107 anos de fundação no dia 28 de agosto e para celebrar a data, foi programado um grande evento esportivo, com passeio ciclístico, caminhada, corrida de 5km e corrida de 10km. A solenidade militar contou com a presença de diversas autoridades, durante a qual foi realizada a entrega de certificados aos militares do TG e personalidades amigas da instituição, além da inauguração do monumento "A Pátria", do artista plástico friburguense Felga de Moraes. A obra faz referência ao escritor e poeta Olavo Bilac, o patrono do serviço militar. O poeta foi o responsável pela criação também da letra do Hino à Bandeira, inicialmente criado para circulação na capital federal da época (o Rio de Janeiro), e mais tarde sendo adotado em todo o Brasil. Em 1907 foi eleito "príncipe dos poetas brasileiros", pela revista Fon-Fon. Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos.
A Pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo.
Os acadêmicos Alberto Abib Lima Wermelinger e George dos Santos Pacheco , da Academia Friburguense de Letras estiveram presentes ao evento. Bilac é patrono da cadeira número 31 da instituição.

"A Pátria"

"Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,

É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!

Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha...

Quem com seu suor a fecunda e umedece,
vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!
Criança! não verás país nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!"
 
Olavo Bilac

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Casos e casos


...meus vencimentos mensais melhor seriam chamados de derrotas diárias

Venhamos e convenhamos: há casos e casos.

Velório, por exemplo. Nos Estados Unidos, tem almoço e janta, rola cerveja e uísque. Dá gosto ir a um velório assim. Aqui no Brasil, quando muito servem um cafezinho requentado. Nossos velórios são, no geral, tristes e cansativos. Talvez por isso um conhecido meu diz que só irá ao dele, e assim mesmo, contra a vontade. Mas eu estive num em que só a muito custo a viúva conseguia segurar o sorriso. Seus olhos, no entanto, brilhavam de alegria, e não sem razão. O falecido era um chato de galocha, que ela vinha aturando desde os tempos das galochas. Hoje em dia, livre, leve e solta, vive esbanjando todos os sorrisos que reprimiu naquele dia.
 
Outra coisa: finanças. Tem pessoas e – ai de mim – sou uma delas, que não sabem lidar com dinheiro. Já outras conseguem multiplicar o que ganham com uma facilidade espantosa. Meu salário escoa pelas padarias, supermercados, farmácias e, vou admitir, uma cerveja ou uma taça de vinho no fim do dia, que ninguém é de ferro, muito menos eu. Enfim, meus vencimentos mensais melhor seriam chamados de derrotas diárias. Já os nossos políticos, que diferença!
 
Eu diria que são homens probos, mas não quero que o leitor pense que estou ofendendo nossos homens públicos. Sim, homens honrados, que, se nunca receberam o Prêmio Nobel de Honestidade, é porque esse prêmio lamentavelmente não existe e, aliás, acho que já não o criaram porque viria todo ano para o Brasil. Da mais humilde câmara municipal aos mais majestosos palácios de Brasília, nossos políticos gastam suas vidas pelo povo, em troca de uma merreca de salário.
 
Mas, gênios das finanças, durante um só mandato multiplicam o patrimônio por trezentos, quatrocentos. Isso sem falar nos bens que, por modéstia ou esquecimento, não declaram. Um deles, diante das provas de que era dono de uma fazenda, ficou admiradíssimo: “Ué, essa fazenda é minha?! Nem me lembrava!” Outro, vejam só que coração generoso, colocou grande parte de seus imóveis em nome da empregada doméstica.  Enfim, casos evidentes de gênios das finanças.
 
E para não dizerem que eu sou puritano, vamos falar de sexo. Há os conservadores, que ainda o praticam de modo tradicional, que vem das origens da humanidade. Aliás, sem o método tradicional a humanidade nem existiria. Pois agora são muitas as variações, não vou entrar em detalhes, tem sempre a possibilidade de algum menor estar lendo estas mal digitadas linhas.
 
Mas acabo de ler que algumas pessoas preferem ter como parceiros sexuais coisas tão pouco sexuais como geladeiras, bicicletas e aspirador de pó. Eu também custei a acreditar. Mas tudo é possível neste nosso mundo espantoso, onde nenhuma loucura nos espanta mais. Nos Estados Unidos uma distinta senhora de 86 anos quase não chega aos 87 por causa da conta telefônica: havia gasto mil dólares no disque-sexo. Já uma outra, donzela aos 89, atribuiu sua longevidade à vida recatada que levava, e sentenciou: “Sexo envelhece!”
 
O que lembra uma história que já contei, mas, tenham paciência, vou contar de novo. Concurso para descobrir o homem mais velho do Brasil. Os três primeiros classificados vão receber seus prêmios.
 
Chega o terceiro colocado, ainda bem conservado e lúcido.
 
-Terceiro lugar: Manuelino Trancoso Barroso!
 
- Qual o segredo de tão longa vida, seu Manuelino?
 
- Nunca bebi, nunca fumei e sempre evitei as mulheres.
 
- E quantos anos o senhor tem?
 
- 97.
 
A seguir, sobe ao palco o segundo colocado, já andando com alguma dificuldade, mas alegre e aparentando boa saúde.
 
- Segundo lugar: Aristovaldo da Conceição e Silva!
 
- Qual o segredo de tão longa vida, seu Aristovaldo?
 
- Nunca bebi, nunca fumei e sempre evitei as mulheres.
 
- E quantos anos o senhor tem?
 
- 101.
 
Finalmente, é chamado o grande vencedor, mas este, já alquebrado, cheio de rugas e dores, somente consegue sair do lugar amparado por dois seguranças.
 
- Primeiríssimo lugar: Aristotélio Costa Cançado!
 
- Como o senhor chegou a essa idade, seu Aristotélio?
 
- Sempre bebi muito, fumei muito e tive muitas mulheres.
 
- E quantos anos o senhor tem, meu bom velhinho?

- 48!

Robério José Canto
 
Robério José Canto é licenciado em Letras, tendo se dedicado ao ensino de português e literatura em escolas da rede particular e pública, lecionando em Nova Friburgo, sua cidade natal, e no Rio de Janeiro. Há longos anos colabora com imprensa friburguense, abordando temas de literatura e cultura em geral. Mantém a coluna Escrevivendo, em A Voz da Serra, no qual semanalmente publica crônicas e contos, além de eventualmente colaborar com outras seções do jornal. Publicou os livros “Um lugar muito lá”, “Ventos nas casuarinas”, “Menina com flor”, “O infinitivo e outros males”, “Onde dormem as nuvens” e “Toda criança merece ter um bicho”. Dentre outras distinções, recebeu o título de Cidadão Pleno Destas Terras de D. João VI, conferido pela Cidade de Nova Friburgo e o GAMA - Grupo de Arte Movimento e Ação;  a Moção Especial de Louvor  “pela valorosa  obra em prol da cultura e da Educação”, concedida pela Câmara Municipal de Nova Friburgo, e o Troféu Pégaitaz Irenee René, como um dos “Melhores do ano de 2015”, por decisão do Conselho de Representantes de Eventos Culturais de Nova Friburgo, “Diploma de Mérito Cultural”, outorgado pela Academia Nacional de Letras e Artes – ANLA; agraciado com Menção Honrosa pela Academia Ferroviária de Letras, dentre as Personalidades de Destaque de 2015. O 3º. Concurso Literário da Câmara Municipal de Nova Friburgo conferiu aos vencedores o Troféu Robério Canto. É presidente da Academia Friburguense de Letras, ocupando a Cadeira no. 4, patronímica de Alphonsus de Guimarães.
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3º Concurso Nacional Julio Salusse - Prosa & Verso


Mantendo-se em atividade ininterrupta desde a sua fundação em 22 de junho de 1947, a Academia Friburguense de Letras promove anualmente o CONCURSO NACIONAL JULIO SALUSSE, Prosa & Verso, tendo como objetivo incentivar o exercício da leitura e a criação literária.

O título homenageia o poeta Julio Salusse, patrono da Academia. A cada versão, um nome representativo da cultura brasileira será homenageado. Neste ano, o escolhido é o escritor Machado de Assis.

Prazo: Serão considerados os trabalhos recebidos até 21/outubro/2016.

Sessão de Premiação: 9 de dezembro de 2016 – sexta-feira.

Premiação: os três primeiros colocados em cada uma das modalidades – poesia e prosa – serão contemplados com:

1º colocado: troféu, certificado e R$ 500,00 (quinhentos reais).

2º colocado: troféu, certificado e R$ 300,00 (trezentos reais).

3º colocado: troféu, certificado e R$ 200,00 (duzentos reais).

Publicação: Os trabalhos vencedores poderão ser publicados na revista ou no anuário da Academia Friburguense de Letras.

Hospedagem: Será concedida aos vencedores provenientes de outra cidade.

Ver Regulamento abaixo.

Robério José Canto
Presidente da AFL

Regulamento

Art. 1º - Dos objetivos
A - Incentivar o conhecimento da vida e da obra do escritor Machado de Assis.    
B - Motivar o amor pela literatura, através do conhecimento da vasta criação do homenageado.
C - Ressaltar Nova Friburgo como local de inspiração para obras literárias.

Art. 2º - Das modalidades

As obras inscritas deverão ser compostas em forma de poesia ou prosa.

Art.3º - Da participação

A - Poderão participar maiores de 16 anos, brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil.       
B - Os trabalhos concorrentes serão obrigatoriamente em língua portuguesa.
C -  As obras inscritas deverão ser inéditas e enviadas, em quatro vias, para: Concurso Nacional Julio Salusse. Academia Friburguense de Letras, Praça Presidente Getúlio Vargas, 57 - Nova Friburgo- RJ - CEP 28.610 - 170.         
D - No verso do envelope, deverá constar como remetente: Julio Salusse, seguido do pseudônimo e do endereço do autor.
E - Dentro do envelope contendo os textos deverá vir outro, menor, lacrado, tendo escritos por fora a categoria e o pseudônimo e, internamente, folha com o título do trabalho, pseudônimo, nome completo do autor, endereço, telefone(s) e e-mail. Estas informações são imprescindíveis para a participação no concurso.
F - A obra deverá ser digitada em Arial – tamanho 12 – espaçamento – 1,5 – folha A4 em apenas uma das faces – as margens superiores, inferiores e laterais com 3 cm – não devendo ultrapassar duas páginas, com o pseudônimo logo abaixo do título.

G – Os vencedores terão sete dias, a contar da data do e-mail comunicando o resultado, para enviar (também por e-mail) o seu texto, foto e minicurrículo. O não cumprimento desse prazo acarretará na imediata desclassificação do concorrente.

H – O candidato poderá participar com apenas um trabalho em cada modalidade.
I – É vedada a participação, em qualquer das modalidades, de acadêmicos e membros da comissão julgadora, inclusive seus parentes até segundo grau.

Art. 4º - Dos Temas

Os textos deverão abordar a vida e/ou a obra de Machado de Assis.
Art. 5º - Do Prazo
Serão considerados participantes do concurso os trabalhos recebidos até 21 de outubro de 2016.

Art. 6º - Do julgamento e comunicação dos resultados
A -  Os trabalhos serão julgados por uma comissão composta de membros da Academia Friburguense de Letras e/ou convidados de reconhecida atuação e competência na área cultural.
B -   A comissão realizará a seleção de três obras de cada modalidade e informará os resultados ao Presidente da Academia até o dia 21 de novembro de 2016.
C -   Os resultados serão divulgados por meio da imprensa friburguense e comunicados por e-mail aos participantes.

Art. 7º - Dos Prêmios
A -   Os prêmios serão entregues em sessão solene a ser realizada no dia 9 de dezembro, sexta-feira.

B -  Os três primeiros classificados de cada modalidade, poesia e prosa, além do troféu e do certificado, receberão os seguintes valores: 1o lugar: R$ 500,00 (quinhentos reais) – 2o lugar: R$ 300,00 (trezentos reais) – 3o lugar: R$ 200,00 (duzentos reais).

Disposições Gerais:

A – O concurso tem o apoio da ABL – Academia Brasileira de Letras, pois o homenageado é Machado de Assis, um de seus fundadores e seu primeiro presidente.

B – Ao inscrever-se para o concurso, o candidato autoriza a utilização de sua obra na divulgação de atividades socioculturais da Academia, incluindo a publicação na revista Letras Friburguenses e/ou no seu anuário.

C – Os originais enviados não serão devolvidos.
 
D – Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria da Academia Friburguense de Letras e pela Comissão Julgadora, cujas decisões serão irrecorríveis.


 
Robério José Canto
Presidente da AFL
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Sarau do Festival de Inverno Sesc Rio contará com a participação da Academia Friburguense de Letras


O projeto do duo Diogo Rebel e Aline Peixoto é resultado de alguns questionamentos levantados através da observação do público musical dos dias de hoje. Ao notar a falta de conhecimento de muitas pessoas em relação à uma época de abundância musical e de poesia brasileira não tão distante, a intenção é contar parte de uma história, através da música popular brasileira com cunho literário, de forma lúdica e atual.

O Sarau do Festival de Inverno Sesc Rio contará com a participação de poetas, músicos, trovadores, escritores  e artistas de várias gerações da Região Serrana, oportunizando o público interagir num clima de humor e alegria, com a arte literária poética. O pianista Diogo Rebel e a cantora Aline Peixoto apresentam música e poesia - diálogo entre gerações. Repertório musical agradável e boas histórias. Participação da Academia Friburguense de Letras, Quintas Poéticas - Bom jardim e União Brasileira de Trovadores.

Sesc Nova Friburgo
Dia: 18 de agosto
Horário: 19h
Local: Biblioteca
Vagas: 40 vagas
Classificação Etária: Livr

Mediação: Rachel Rabello e Márcia Lobosco

Músicos: Diogo Rebel e Aline Peixoto

SARAU | ACADEMIA FRIBURGUENSE DE LETRAS, QUINTAS POÉTICA, BOM JARDIM E UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORE

Participação de poetas, músicos, trovadores, escritores  e artistas de várias gerações da Região Serrana, oportunizando o público interagir num clima de humor e alegria, com a arte literária poética. O pianista Diogo Rebel e a cantora Aline Peixoto apresentam música e poesia - diálogo entre gerações. Repertório musical agradável e boas histórias. Participação da Academia Friburguense de Letras, Quintas Poéticas - Bom jardim e União Brasileira de Trovadores.
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SARAU | ACADEMIA FRIBURGUENSE DE LETRAS, QUINTAS POÉTICA, BOM JARDIM E UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORE

Participação de poetas, músicos, trovadores, escritores  e artistas de várias gerações da Região Serrana, oportunizando o público interagir num clima de humor e alegria, com a arte literária poética. O pianista Diogo Rebel e a cantora Aline Peixoto apresentam música e poesia - diálogo entre gerações. Repertório musical agradável e boas histórias. Participação da Academia Friburguense de Letras, Quintas Poéticas - Bom jardim e União Brasileira de Trovadores.
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SARAU | ACADEMIA FRIBURGUENSE DE LETRAS, QUINTAS POÉTICA, BOM JARDIM E UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORE

Participação de poetas, músicos, trovadores, escritores  e artistas de várias gerações da Região Serrana, oportunizando o público interagir num clima de humor e alegria, com a arte literária poética. O pianista Diogo Rebel e a cantora Aline Peixoto apresentam música e poesia - diálogo entre gerações. Repertório musical agradável e boas histórias. Participação da Academia Friburguense de Letras, Quintas Poéticas - Bom jardim e União Brasileira de Trovadores.
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Encontro entre Escritores



A Academia Friburguense de Letras tem o prazer de convidar para o Encontro entre Escritores, evento que vai acontecer toda terceira terça-feira do mês, às 19hs, na sede da academia, com a mediação da professora Márcia Lobosco.

O encontro tem como objetivo principal compartilhar experiências literárias entre escritores, bem como suas opiniões e leituras de mundo a respeito de assuntos relacionados à leitura e à literatura.

Para esta atividade, considera-se escritor/escritora aquela pessoa que tenha publicado livros, sendo ou não membro da Academia.
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Palestra gratuita: O Mundo precisa de Filosofia. Com Pe. Luiz Cláudio Azevedo de Mendonça


É com prazer que convidamos para a palestra gratuita do acadêmico Pe. Luiz Cláudio Azevedo de Mendonça, com o tema "O Mundo precisa de Filosofia".

A palestra pretende ser uma reflexão sobre a destruição sistemática irracional da natureza e dos valores da dignidade humana, por concepções e opções equivocadas. Além disso, defenderá a necessidade
de uma visão filosófica equilibrada e adequada sobre a harmonia cósmica,  ecológica, antropológica e social, baseada no respeito ao SER e a sua identidade que alimente uma nova  ética de convivência pacífica e desenvolvimento integral sustentável.

Dia 24 de agosto, quarta, às 19h
Academia Friburguense de Letras
Praça Presidente Getúlio Vargas , 57, Centro. Nova Friburgo - RJ
CEP: 28.610-175. E-mail: letrasnf@bol.com.br
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