Biografia dos Acadêmicos: Marcello Cerqueira


Marcello Cerqueira, advogado,professor, jornalista e escritor,formou-se em Direito pela UFF e logo se notabilizou na defesa de presos e perseguidos políticos da ditadura militar de 1964. Foi aprovado em concurso público para professor titular da UFF e da UERJ. É doutorado em Direito Público pela antiga Faculdade Nacional de Direito, livre-docente em Direito do Estado do pela UEG e pós-graduado em Direito pela FGV. Foi deputado federal e consultor jurídico dos ministérios da Justiça e da Previdência Social, e da Ibrasa/BNDESPAR/BNDES e advogado aposentado do sistema BNDES. Foi presidente do IAB, procurador geral do Incra, do CADE e da ALERJ.

Cadeira nº 39 - Patronímica: Tobias Barreto.
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A Coruja


Ou seja a noite calma ou solto o vento ruja,
Na solitária torre uma sombra se vê:
É um pássaro funéreo, uma velha coruja,
Que a todo instante ri, mas eu não sei de quê!

Tal ave, que no agouro a todos sobrepuja,
Olha a minha janela e gargalha... Por quê?
Deseja que me oculte, ordena-me que fuja,
A fim de conjurar desgraças que prevê?

No silêncio noturno aquela voz sombria,
Aquela voz falta, que to me arrepia,
Tantas cousas me diz e não compreendo nada!

Não poderei viver velando a noite inteira:
Ou morres tu, coruja, ave triste e agoureira,
Ou morro de terror da tua gargalhada!

Júlio Mário Salusse (Nova Friburgo, 30 de março de 1872 – Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 1948) foi um advogado e poeta brasileiro. Neto de uma das primeiras imigrantes suíças, Marianne Joset, que colonizaram Nova Friburgo, e de Guillaume Marius Salusse, oficial de Napoleão Bonaparte. Parnasiano, notabilizou-se pela autoria de "Cisnes", que goza até hoje de extrema popularidade.

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Biografia dos Acadêmicos: João Machado Evangelho


Pe. João Machado Evangelho é carioca, filho de açorianos. Cursou Filosofia, Teologia e Mestrado em Teologia Sistemática (Eclesiologia) na PUC-RJ. Já publicou três livros de poesia e é também contista e teatrólogo. Entre outras atividades, foi reitor e coordenador de estudos do Seminário Diocesano Nossa Senhora Rosa Mística, em Friburgo, entre 1998 e 2002. É o padre da Paróquia São Paulo Apóstolo, em Macaé - RJ. Tem o privilégio de unir os dons de Pastor, Intelectual e Artista. 

Cadeira nº 21 - Patronímica: Inglês de Souza.
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Biografia dos Acadêmicos: Luiz Cláudio Azevedo de Mendonça


Luiz Cláudio Azevedo de Mendonça  nasceu em São Gonçalo, RJ, em 13/04/1968. É Padre, pároco da Paróquia de S.José do Ribeirão , em Bom Jardim - RJ. Bacharel em Teologia pela Faculdade São Bento,no Rio de Janeiro - RJ, com Licenciatura Plena em Filosofia, pela Faculdade Católica de Anápolis - GO, onde também é Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior. Pós-graduado em Direito Processual Canônico na Universidade Católica de Petrópolis e  Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Niterói. Mestrando em Direito Canônico no Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico,no Rio de Janeiro,afiliado à Universidade Gregoriana em Roma  Extensão Universitária em Parapsicologia no CLAP - Centro Latino-Americano de Parapsicologia, pela Faculdade de Educação de Guaratinguetá - SP, e em Marketing/Eventos em Universidade Estácio de Sá - RJ .Membro da Sociedade Brasileira de Canonistas, da  Associação Friburguense de Imprensa , da Academia Friburguense de Letras, da qual é Vice-Presidente. Tomou posse na AFL em 08 de novembro de 2002, assumindo a cadeira número 18 , patronímica de Guimarães Passos. Membro também da União Brasileira de Escritores. Professor de Filosofia no Seminário Diocesano Imaculada Conceição, em Nova Friburgo - RJ e de Teologia e Direito Eclesial em diversos Institutos e cursos da Diocese. . Assessor Pastoral de Comunicação da Diocese de Nova Friburgo.Fundador do Museu Sociorreligioso D. Clemente Isnard, em Conceição de Macabu - RJ, onde foi membro do Conselho Municipal de Cultural. Escritor, poeta, compositor, cantor, tem como obra principal "Sementes" - uma coletânea de contos,poesias e mensagens, em parceria com Elza Ibrahim. Publicações acadêmicas: "A  Teologia Patrística Mariológica na Encíclica Redemptoris Mater de João Paulo II" ; "Os Caminhos da Razão para o conhecimento da Existência de Deus na Filosofia Aristotélico-Tomista"; "O Magistério da Igreja e a Salvaguarda da Fé nos Meios de Comunicação Social"  Possui várias outras publicações   também em antologias ,cds, revistas e jornais da imprensa regional. Recebeu títulos  de diversas cidades onde trabalhou pelas causas sociais e culturais, durante a missão religiosa, dentre eles o de Cidadão Friburguense, Macabuense, Macaense, Carapebuense, Madalenense  e Bonjardinense. Recebeu a Medalha José Mastrângelo da Academia Friburguense de Letras.

Cadeira nº 18 - Patronímica: Guimarães Passos.
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Concorrido evento comemora o aniversário da Academia Friburguense de Letras

No dia 22 de junho foi realizada sessão solene pelo transcurso do 69° aniversário da Academia Friburguense de Letras. Desde a primeira reunião, realizada ao ar livre, em plena Praça 15 de Novembro (atual Getúlio Vargas), até os dias de hoje, a Academia vem cumprindo com a proposta de incentivar a atividade literária, educativa e cultural da cidade. Também conhecida como a Casa de Julio Salusse, a entidade reúne atualmente cerca de 40 membros. São escritores, poetas, jornalistas, professores e profissionais liberais do município que emprestam seu talento às reuniões e eventos promovidos na casa.

Durante o evento, foi proferida a palestra "Café e Escravidão em Nova Friburgo no Século XIX" pelo acadêmico Edson de Castro Lisboa, baseado no livro "Os Crimes da Fazenda Ponte de Tábuas", de sua autoria e de Jorge Miguel Mayer (Professor Associado do Departamento de História da UFF, Doutor em História pelo PPGH-UFF), em que estudam um processo criminal relativo a uma violenta revolta de escravos, ocorrida no ano de 1850, na Fazenda Ponte de Tábuas, de propriedade do Comendador Boaventura Ferreira Maciel, em Nova Friburgo. A descrição do fato com riqueza de detalhes é, antes de mais nada, revelador de um processo de luta de classes, não faltando até mesmo o assassinato do feitor, de dois trabalhadores da fazenda, e a espetacular fuga de um significativo número de cativos.

O presidente Robério Canto destacou os 69 anos de atividades ininterruptas do sodalício, e chamou a atenção para o aniversário de 70 anos da Academia Friburguense de Letras, a ser comemorado ano que vem.

“Cultuar a arte é sublimar o espírito” - Rudá Brandão de Azambuja



 






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Biografia dos Acadêmicos: Dilva Maria de Moraes


Dilva Maria de Moraes é uma professora e escritora friburguense. Importante dirigente cultural em Nova Friburgo, tanto na Academia Friburguense de Letras quanto na União Brasileira de Trovadores, ocupou, por várias vezes, cargos de Secretária nas administrações do município. Dilva dá nome à sala de leitura do Colégio Municipal Umbelina Breder de Queiroz, em Nova Friburgo e foi, ainda, a primeira presidente mulher do sodalício, no período de 1988 a 1999.

Cadeira nº 16 - Patronímica: Gonçalves Dias
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