Biografia dos Acadêmicos: Franci Machado Darigo

Franci Machado Darigo — Natural de Campos dos Goitacases, RJ. (04/03/1939), reside em Niterói, RJ desde 1958. Pós-graduada em História e em Filosofia pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro. Especializada em pesquisa da História pela Fundação Casa de Ruy Barbosa e em pesquisa sociológica pelo Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro – IUPERJ, dedica-se à elaboração de ensaios historiográficos, filosóficos e literários em geral. Entre 1983 e 1990, publicou estudos e crônicas no jornal Unidade. Em 1991, trouxe a público algumas poesias, através de dois recitais por poetas e declamadores de Niterói, no Teatro da Cultura Inglesa e no Salão Nobre do Liceu Nilo Peçanha. Desde 1978, possui o título de Protetora da Biblioteca do Real Gabinete Português de Leitura (1838). Vice-Presidente da Sociedade Dante Alighieri de Nova Friburgo, RJ. Vice-Presidente da Academia Friburguense de Letras, entre 2000 e 2005. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Niterói, no biênio 2013-2014. Integra como Membro o Cenáculo Fluminense de História e Letras, a Academia Brasileira de Literatura, a Academia Niteroiense de Letras e a Academia Fluminense de Letras. Integra como Membro Correspondente a Academia Pedralva – Letras e Artes, o Instituto Campista de Literatura, a Academia Campista de Letras e a Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni. Membro do Pen Clube do Brasil. Integra ainda outras instituições culturais e Academias de Letras. Presidente do Elos de Niterói, filiado à Comunidade Internacional Lusíada, para os períodos agosto de 1996 a abril de 1999 e agosto de 2003 a maio de 2005. Em 1999, a Câmara Municipal de Niterói outorgou-lhe a Medalha José Clemente Pereira e em 2005, a Medalha José Cândido de Carvalho e o Título de Cidadão Niteroiense.

Moções de Congratulações da Câmara Municipal de Niterói por seu desempenho na Presidência do Elos Clube de Niterói. Diplomas de reconhecimento e agradecimento do Elos Internacional da Comunidade Lusíada por sua destacada atuação. Diploma da Federação das Academias de Letras do Brasil em reconhecimento ao seu talento e valioso trabalho na cultura brasileira. Medalha Merito della Dante da Sociedade Dante Alighieri de Nova Friburgo, RJ., (1996). Diploma de Mérito da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo em reconhecimento pelo seu trabalho cívico-cultural na preservação da História e dos ideais da Lingua Mater (2002). Autora do ensaio Antônio Conselheiro – Revisitado, publicado em 2ª edição revisada e ampliada em 2002 (Primyl Editora) e do livro de poemas Manhã das Lembranças do Amor, publicado em 2002 (Primyl Editora). Em preparação o livro Fio de Ariadne: Crônicas, Estudos, Tribuna Acadêmica. Pesquisa Biográfica sobre Juan Gutierrez para o livro Juan Gutierrez: Imagens do Rio de Janeiro (1892-1896) de George Ermakoff, texto em português e inglês, ilustrado com reproduções de fotografias do século XIX, álbum de capa dura em policromia, com pesquisa iconográfica de Pedro Karp Vasquez; Coleção da Editora Capivara, Visões do Brasil, 2 edições – 264 páginas (2002), São Paulo.

Cadeira nº 26 - Patronímica: José Veríssimo
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Biografia dos Acadêmicos: Alberto Lima Abib Wermelinger Monnerat


Filho de Alber Abib e Maria de Lourdes Lima, nasceu em Duas Barras, Estado do Rio de Janeiro, a 3 de julho de 1945. Economista. Formado, a nível Médio, no Curso Técnico de Contabilidade, em 1965. E, a nível Superior, diplomado em Ciências Econômicas em 1975.

Funcionário do Banco Central do Brasil, hoje aposentado, foi liquidante de bancos e instituições do mercado financeiro..  Foi diretor financeiro de diversas empresas governamentais brasileiras no exterior, tendo também realizado inúmeras missões oficiais na Europa e Ásia.

Descendente emigrantes libaneses, pelo lado paterno, e de portugueses de suíços pelo lado materno (famílias Wermelinger-Egli, Monnerat-Koller, Borer-Wehrli, Stutz-Huber), dedica-se ao intercâmbio com a Suíça, por meio das seguintes entidades e atividades:

Presidente da Associação Luzerner Hinterland – Interior do Rio de Janeiro, com sede em Duas Barras-RJ;

Vice-Tesoureiro da Associação Les Tireurs Fribourgeois, com sede em Santa Maria Madalena – RJ;

Ex-diretor do Instituto Fribourg – Nova Friburgo (mais conhecido como Casa da Suíça ou Queijaria Escola), de Nova Friburgo – RJ;

Consultor do ICSOS Group, de Genebra – Suíça, empresa especializada em gestão de ativos financeiros ou gestão de fortunas, na representação do Rio de Janeiro;

Articulista da “Swissinfo Unes idée suisse”, empresa do Governo Federal Suíço, jornal editado em 10 idiomas.  www.swissinfo.ch

Membro da/do:

Associação Fribourg – Nova Fribourg, com sede em Nova Friburgo – RJ;

Societé Fribourgeoise des Écrivans (Sociedade dos Escritores do Cantão de Fribourg), com sede na cidade Fribourg, Suíça, entidade que congrega escritores suíços em geral (historiadores, poetas, romancistas, etc);

Societé d’Histoire du Canton de Fribourg (Sociedade de História do Cantão de Fribourg), com sede em Fribourg, Canton de Fribourg, Suíça.

Academia Friburguense de Letras, de Nova Friburgo – RJ, onde é 1º  Tesoureiro;
Colégio Brasileiro de Genealogia, desde 08.06.2012.

Autor de diversos livros, usa o nome “ALBERTO LIMA ABIB WERMELINGER MONNERAT, isto é, acrescentando a seu nome (de registro de nascimento) os sobrenomes dos avós maternos. Por ele, assim ampliado, é conhecido na Suíça.
Autor dos livros:

A Família Wernelinger, uma aventura em dois continentes – A emigração suíça de 1819-1820 – editado em 2000. Inclui genealogia com cerca de 8.000 nomes;

… E os suíços chegaram – em quadrinhos, editado em 2004;

…Et les suisses arrivèrent e 

Und die schweizer kamen – editado em 2009. O mesmo livro acima, vertido para o francês e o alemão, para utilização em todas as escolas primárias do Cantão de Fribourg;


Pierre Nicolas Chenaux – O herói da Gruyère e sua marca no Brasil (A família Thurler) – editado em 2007, inclui genealogia com cerca de 4.000 nomes;

Têra Novala – Terra Nova – Terre Nouvelle – Neus Land – Nüüs Lann –  editado em 2011. Nos idiomas “patois fribourgeois”,  francês,  português,  francês,  alemão  e “senslertüütsch”, com lançamentos em Nova Friburgo, Rio de Janeiro e Treyvaux – Canton de Fribourg – Suíça;

Filha do Traidor – tradução da obra “La fille à Judas”, de Josef Yerly – Suíça. Em fase de organização e impressão, uma novela na língua  “patois fribourgeois”  da Baixa Gruyère;

De Willisau para o Brasil – Von Willisau nach Brasilien – edição bilíngüe (português e alemão), em fase de organização e impressão. Relato da imigração suíça que culminou com a fundação da cidade de Nova Friburgo, com ênfase nos emigrantes da Suíça Alemã, e outras informações sobre o assunto, com base em pesquisas realizadas no Brasil e na Suíça. Inclui genealogia com cerca de 13.000 nomes.

Cadeira nº 34 - Patronímica: Paulo Setúbal
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Breve Histórico da Academia Friburguense de Letras


Em 1947,  um grupo de professores, jornalistas, médicos, filósofos, advogados, poetas, escritores, pensadores, dentre eles o Juiz de Direito da Comarca de Nova Friburgo, sob a liderança do professor Messias de Moraes Teixeira, resolveu fundar a Academia Friburguense de Letras.
 
Reuniram-se pela primeira vez nos bancos da então Praça Quinze de Novembro, hoje denominada Praça Getúlio Vargas, no centro da cidade. No dia 22 de junho de 1947, reuniram-se na sala de leitura da Biblioteca Pública Municipal,  considerando-se essa data como a da fundação da AFL. 
 
A primeira Diretoria da instituição ficou assim constituída:

Presidente: Dr. Oscar Goulart Monteiro – Juiz de Direito da Comarca de Nova Friburgo.

1º Vice-Presidente: Prof. Messias de Moraes Teixeira – Advogado e diretor do Colégio Modelo.

2º Vice-Presidente: Dr. Rudá Brandão Azambuja - Médico, poeta e escritor, autor da frase que é lema da Academia: “Cultuar a arte é sublimar o espírito”.

1º Secretário: Dr. Jaime de Siqueira Bittencourt – Advogado,  professor, e proprietário do Colégio Bittencourt, em Niterói.

2º Secretário: Prof. José Côrtes Coutinho – Professor de Literatura e Língua Portuguesa, escritor e filósofo.

1º Tesoureiro: Prof. João Batista de Moraes – Professor de Literatura Portuguesa e Latim.
 
Para presidente do Conselho Fiscal foi eleito o filósofo, filólogo, escritor e intelectual sergipano Dr. Afonso Freire, primo de Gilberto Freire.
 
Até 1962, quando os acadêmicos não podiam se reunir na sede da Biblioteca Pública Municipal, os encontros eram realizados alternadamente, ora na residência de um, ora na residência de outro membro da diretoria.
 
No entanto, tal revezamento causava transtornos, pois exigiam que os documentos, os livros de atas, as correspondências, enfim, todo o material de expediente da secretaria,  matérias para a imprensa  e outros papéis importantes fossem transportados em pastas para o local da reunião.
 
Temendo que tal situação pudesse levar o projeto da Academia de Letras ao fracasso, o acadêmico e jornalista Juvenal Marques,  proprietário e diretor do “Jornal de Friburgo” e presidente da Academia Friburguense de Letras, junto de outros acadêmicos, passou a trabalhar para que a Academia tivesse sua sede própria. Depois de longas e intensas negociações  com diferentes prefeitos municipais,  conseguiu-se  que a prefeitura cedesse, por prazo indeterminado, o prédio onde até hoje funciona a AFL. Para a concretização desse sonho, foi decisiva a decisão do prefeito  Amâncio Mário de Azevedo, renomado Médico e de tradicional família friburguense,  que cedeu à instituição o prédio situado na Praça Getúlio Vargas, 57 – Centro. Na placa de bronze que registra o histórico ato consta o seguinte:
 
“Com o beneplácito do Egrégio Poder Legislativo Municipal, chefiado pelo Vereador Amadeu Villa, este prédio foi construído pelo esforço ingente de dois abnegados idealistas: Dr.Amâncio Mário de Azevedo – Prefeito Municipal e Juvenal Marques – Presidente da Academia.
   
Nova Friburgo, 16 de maio de 1962”.

Registre-se que a AFL foi a segunda do Estado do Rio de Janeiro a admitir mulheres (a primeira foi a Academia Fluminense de Letras) em seu quadro de acadêmicos,  constituído de quarenta cadeiras de membros efetivos. Foi ainda a primeira Academia de Letras a ser presidida por uma mulher: a   professora Dilva Maria de Moraes, no período de 1988 a 1999.
 
A  Academia Friburguense de Letras, cujo patrono é o poeta Julio Salusse (razão pela qual é também conhecida como "Casa de Salusse") além de boletins bimestrais, publica semestralmente a revista Letras Friburguenses.
Robério José Canto
Presidente
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